Eu posso explicar!

8 12 2009

E aí que tá difícil escrever aqui. Final de ano, correria. Cartão de natal, e-mkt de natal, vitrine de natal, alteração, cartão final de ano, cartão últimos dias, e-mkt final de ano, calendário 2010 com alterações infinitas, revisar isso, revisar aquilo, alterar de novo e, virei uma escrava de job. Simplesmente quero que chegue: FEVEREIRO UH-UH. Talvez isso justifique a minha ausência, talvez não.

Tantos assuntos, tantos temas, tanto querer, tanto sentimento, tanto pensamento. Mas as palavras simplesmente não saem. As ideias não se organizam, os dedos não obedecem no teclado, os olhos não fixam no word. A mente voa e ao mesmo tempo não sai do lugar. Complexo demais pra tentar explicar.  Tudo trava quando penso em fazer um novo texto. Eu travo. E sim, é uma vergonha assumir.

Juro que não é falta do que falar. Eu queria escrever sobre como foi legal conhecer (não pessoalmente) o Léo Zardo e até “duplar” com ele no T.I nas últimas semanas antes da entrega. Depois eu poderia escrever sobre o carro desgovernado da Luana em pleno almoço de aniversário dela, esse realmente merecia um texto.

Estávamos indo almoçar no Delícias do Campo, galera da agência, amigos e, de repente não mais que de repente, o Pedrinho (carro da Lu) fica extremamente acelerado. Coisa de filme da sessão da tarde. Um jurava que ela ia sair atropelando todo mundo, eu jurava que o carro ia chegar ao máximo e explodir, ela apavorada quase chorando. Paramos no posto e com um simples olhar o tiozinho arrumou e tudo voltou ao normal. E como de costume, depois que passa a gente ri. E rimos muito. Até hoje.

E eu queria dizer que nas horas vagas (não são muitas) faço freela de revisão, além de assistência em T.I e TCC e normas da ABNT. Todo semestre adoto um ou dois, ou três, ou quantos sabem dessa minha boa ação semestral e entram em contato. E agora não foi diferente, entre uma ajuda aqui e uma revisão ali, fui assistir a apresentação da campanha da Luh Vieira e aproveitei pra matar a saudade do abraço do Robson Vicentin. E do bar da tia. E hoje é a apresentação do TCC dela, e eu desejo toda sorte do mundo, mesmo sabendo que ela não vai precisar, pois o orientador é o Pedroso e eu conheço muito bem o potencial da pequena.

E na sexta, dia 11, é a apresentação da Rê Oliveira que eu peguei na mão nas últimas semanas antes da entrega, também desejo muita boa sorte na apresentação, e que ela não se esqueça de falar a metade do texto que eu tirei do PowerPoint.

E por último, mas não menos importante, meu amigo Daniel (Designer é rei) veio dizer esses dias que não tinha mais texto da Kelly no blog. E, pensando bem, acho que nem terá mais. Sem tempo, sem argumento, sem fonte de inspiração. Querer sem querer escrever textos que falam demais. Dupla em crise.

“Quem sabe a gente não se encontra por aí. Qualquer dia, qualquer hora, por acaso, outra vez” (Literatura de Araque).





Lembranças de 2008

9 11 2009

tcc

 

Semana passada, mais precisamente quarta-feira, os alunos da oitava fase de publicidade e propaganda da Estácio tiveram que entregar seus filhos, os famosos TCC’s. É um filho mesmo, consome nosso tempo, pede nossa atenção, pede prioridade, nos impede de sair, nos deixa acordados de madrugada e requer muitos cuidados.

A começar na escolha do nome, tal qual de uma criança, um nome que você goste e tenha a certeza absoluta de que não vai se arrepender mais tarde. Depois, a complicada tarefa de escolher o pai (ou a mãe), uns tem a sorte de pegar aquele pai babão e participativo, que segura na mão e ensina andar, já outros pegam aqueles que só dão o sobrenome e nada mais. E depois dessa fecundação você só quer dar o melhor pra ele, só quer saber se ele está acompanhando o desenvolvimento de acordo com os demais, se ele está crescendo bem e ficando gordinho, se está amadurecendo bem. Igual àquela tabelinha de caderneta de neném que compara a idade com as habilidades.

Mas a verdade é que mesmo fazendo tudo certo, bate o desespero de mãe adolescente. De não saber por onde começar, de ter tanta coisa pra contar e não conseguir dizer nada, de não saber se está fazendo certo ou errado, de ver seus amigos curtindo a vida e você em casa porque tem um filho pra cuidar. Aí você se encontra com o pai da criança e fala e chora e chora e fala, e ele te olha e diz: calma, tá tudo bem. Comassim? Óbvio que não tá tudo bem, não tá nada bem. Mas acredite, ele sabe o que está dizendo. E você só vai ter a certeza disso quando olhar seu filho na prateleira da biblioteca. Ou quando sair pulando após saber a nota da banca, igual alguém que eu conheço.

Exatamente há um ano, era a nossa turma que estava entregando TCC. E se por um lado tinha todo esse caos relatado ali em cima, por outro a turma se ajudou mais do que nunca. Um exemplo de trabalho em equipe. Se por um lado era chato ficar dias e noites e madrugadas fazendo esse trabalho que não tem fim, por outro nós curtíamos as noites, sábados, domingos e feriados no MSN, gtalk e e-mail. Todos online tccendo ou monografiando como diziam os respectivos Nicks.

Cada dúvida que surgia era um email que chegava. Alguém sabe como se faz sumário automático? Alguém tem aquela citação de Kotler? Alguém sabe a referência de Lakatos? Aqui o espaçamento é 1,5 ou simples? E o recuo? E a margem? Aqui vai negrito ou itálico? Alguém sabe numerar as páginas sem ficar numerada a capa também? E mais outras tantas que não me recordo. Agora coloque umas quinze respostas pra cada pergunta e em dois minutos você tem uma caixa de entrada lotada. E em dois minutos você se diverte muito com cada resposta dessa turma criativa.

Aí entregamos e comemoramos em grande estilo, no bar da tia. Depois assistimos as apresentações dos amigos e festejamos as melhores notas de TCC já vistas em uma turma de publicidade da Estácio. E hoje, falando com algumas pessoas da turma, não teve um que dissesse não sentir saudades dessa época de correria e união. Eu sinto saudades. #prontofalei.

P.S –  A prova de que TCC faz mal pra mente.

De: Kelly – Para: Pedroso

Oi Prof,
tô mandando em anexo o capitulo 4, ainda não terminei, mas eu queria que você desse uma olhada pra ver se eu estou fazendo certo,
Se posso continuar assim, ou se devo mudar alguma coisa.
Comecei falando das Ipanemas Gisele Bündchen e depois vou falar das anatômicas.
Tô mandando também o que a menina da África me mandou.
Abraço, Prof

—-
De: Pedroso – Para: Kelly

Kelly, vc mandou a campanha, não o TCC.
Abraço.

Prefiro não comentar!





Rê-passando

6 10 2009

Minha gente, vamos ao post beneficente da semana. Esse ano tive a alegria de conhecer uma menina super querida, a Renata Oliveira, mais conhecida como Rê (produtora da Propague).

Então, a Rê está na 8ª fase, naquela época deliciosa de TCC, e eu sei bem como é essa batalha. Correr atrás de informações, mandar e-mail, não receber resposta, mandar carta, ligar, fazer sinal de fogo e o que estiver ao alcance para obter um ótimo trabalho.

E a Rê precisa da nossa colaboração agora, olha aí:

Oi, amigos! Tudo bem?

Este semestre estou elaborando a minha monografia e nela faço um paralelo entre a obra literária e cinematográfica Pixote, a lei do mais fraco.
No dia 24/10/09 tenho um encontro marcado com o roteirista do filme, Jorge Durán, no Rio de Janeiro. Ele me rê-ceberá para um bate-papo sobre Pixote. Assim poderei explorar melhor a oportunidade desse contato. Ver fotos da produção, ouvir histórias dos bastidores, verificar o que se perdeu (e ganhou) na adaptação da história para o cinema.
Mas para ir até ao Rio preciso de uma ajuda de custo, pois não tenho dinheiro o suficiente para a passagem. Sendo assim, resolvi fazer uma rifa no valor de R$ 5,00 e oferecer aos amigos mais próximos.
Eu poderia estar vendendo pirulito dentro do ônibus da Transol, fazendo colar de arroz na Praça XV, comprando passe em frente ao camelódromo. Ou então, abrir uma franquia daquele rede que comercializa CDs com músicas da Celine Dion e Bryan Adams versão chilena-instrumental.
No entanto, estou pedindo a ajuda dos amigos. Posso contar com vocês?
Em anexo está o flyer de divulgação, contendo mais informações.
A data do sorteio será dia 10/10/2009.
Se cada um comprar um bilhete, conseguirei o necessário para rê-alizar a viagem.
Quem puder e quiser ajudar, mande um e-mail para renattinhaoliveira@yahoo.com.br

Obrigada desde já!
Um beijo!

Flyer Rê

Assim, vamos ajudá-la nesse processo. Lembre que hoje é ela e amanhã pode ser você! (hohoho)