E no fim, é só o começo.

19 06 2009

quase pronto

E a gente passa quatro anos na faculdade a fim de encontrar a resposta que todos perguntam: “o que você vai ser quando crescer?”. E você chega lá com uma imensa dúvida, sem saber se é o curso certo, sem saber se vai gostar. E vai conhecendo cada setor do que escolheu, e vai se identificando em várias partes, e vai percebendo pessoas com ideais semelhantes aos seus. E termina o curso com a certeza que fez tudo certo, que aproveitou cada momento. E vê que é hora de colocar em prática tudo o que aprendeu.

Corre atrás, na frente, de um lado pro outro. Cansa, tropeça, cai, levanta, corre mais um pouco, buscando loucamente uma oportunidade no mercado. E espera com a ansiedade à flor da pele o tão sonhado dia que vai poder mostrar e ver seu trabalho, seu talento e suas idéias circulando pelas ruas da cidade. Enquanto isso manda e-mail, currículo, portfólio, telefona, procura os contatos, quem sabe indicação, bate na porta, faz entrevistas, não têm experiência, volta pra casa e escreve.

Escreve como quem não quer nada, querendo tudo. Escreve o que pode ser apenas mais um texto no word, na pasta, no blog. Ou o que vai ser publicado no portal mais visto entre o meio publicitário, o que vai ficar entre as mais lidas por dois dias, o que vai receber muitos comentários, críticas, elogios, e-mails e, até mesmo, propostas. Sim, propostas, no plural. Pois o texto chamou atenção de muitas agências, entre elas Propague e TZQG, que abriram suas portas, se colocaram a disposição e findaram minha busca. É hora de propagar criatividade.

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